por Josh Adams.
Uma implementação interessante de uma arquitetura orientada a objetos em Rails.
Se alguém perguntar no que eu estou trabalhando hoje em dia, eu vou apontar para este link:
Source: petelaceyHere at Sonian the Web Development team has a rare opportunity: a green-field, high-impact Web development effort. Here is a peek at the application architecture.
It won’t mean a whole lot without an explanation. And I don’t have the time to explain it all now, though I will over time. And if…
Minhas tentativas anteriores de usar Vagrant não foram muito bem-sucedidas. Será que esta “receita” é melhor?
Um post até interessante, descrevendo um assunto que tem estado bastante na minha cabeça.
Um tutorial simples que mostra uma boa maneira de começar a usar threads em implementações modernas de Ruby.
Eles são bem mais simples do que o título dá a entender, mas ilustram bem o que é realmente se importar com o código no qual você está trabalhando.
Uma tática interessante (e um padrão de design clássico na verdade). No meu trabalho a gente usa mais Presenters, mas acho que os Decorators também tem seu lugar por lá.
Dois anúncios surpreendentes hoje. Primeiro, saiu o Java 7, algo que eu achava que jamais iria acontecer. O suporte a InvokeDynamic está incluso, o que é ótimo para as linguagens dinâmicas que rodam na JVM (como JRuby). Por outro lado, os lambdas foram adiados para o Java 8, a ser lançado sabe lá Deus quando. Ainda vai demorar um pouco mais para o Java entrar no século 21 (ou na década de 60, para quem é programador de Lisp).
O outro anúncio, que me empolgou muito mais, foi que a Etsy publicou a ferramenta de deployment que eles usam internamente, chamada Deploynator. Desde que eu vi a palestra deles na Railsconf eu fiquei deslumbrado com a técnica do “Continuous Deployment” (“fazemos mais de vinte instalações em produção por dia! Até o cachorro faz deploy!”). Eu quero poder fazer isso no meu trabalho também!
Recentemente, aconteceu um evento raríssimo, cuja frequência pode ser medida apenas em tempo geológico: uma versão nova do Rake, a 0.9.0, foi lançada. Isso, obviamente, é causa de muita celebração, mas também de certas dores de cabeça. Aparentemente, essa versão nova não brinca muito bem com o Rails sem uma certa ginástica da parte do desenvolvedor. Por isso, muitos de nós ou fazem essa ginástica, ou simplesmente adicionam esta singela linha a seus Gemfiles:
gem "rake", "0.8.7"
Isso funciona muito bem e impede as dores de cabeça… a não ser que você esteja usando RVM. Nesse caso, as versões mais recentes do rvm instalam o Rake 0.9.0 como padrão, no seu gemset global, de forma que ela está presente em qualquer outro gemset que você crie.
No meu caso, eu uso um gemset específico para a aplicação que eu desenvolvo no meu trabalho. Para não ter que ficar adicionando “_0.8.7_” a todas as minhas chamadas ao rake, decidi desinstalar a 0.9.0. Infelizmente, isso não foi tão simples quanto digitar “gem uninstall rake” - e, felizmente, não foi muito mais complicado.
Se você está na mesma posição que eu, siga estes passos:
1) rvm gemset use global
2) gem uninstall rake
E pronto! Isso vai sumir com o rake 0.9.0 de todos os seus gemsets. Se você simplesmente executar o passo dois em algum outro gemset (mesmo no “padrão”, sem nome), não vai conseguir desinstalar a gem global.
Deixei de atualizar isto aqui por uns dias porque estava ocupado demais com a RailsConf 2011. Como foi o evento? Em uma palavra…
ANIMAAAAAAAAL!
(Sim, a foto acima é a de um cara com samba-canção do Animal. E sim, isso aconteceu mesmo na RailsConf. Ele é um dos contribuintes oficiais do Rails e estava no palco principal durante a palestra do Aaron Patterson).