D&D Adventure Coach! Primeiro de uma série entitulada, apropriadamente, Dungeon Bastard.
D&D Adventure Coach! Primeiro de uma série entitulada, apropriadamente, Dungeon Bastard.
The Fortieth Beast.
Goodness, we’ve made it to number forty! The beast’s front face-plate, in lieu of other sensory organs, have developed a series of bulls-eyes lined with sensitive nerves to perceive movements and sounds in its environment.
Toda evolução eventualmente resulta em owlbears.
Source: exquisitebeast
Robots can be gentle
Isso me me lembra um personagem de D&D que eu estou usando em um jogo de fórum.
(via borgsndroids)
Source: timnous
Depois de vários dias, arranjamos tempo para continuar este jogo surreal. Resolvemos sortear a próxima cena novamente, desta obtendo os seguintes resultados: “Evento Ambíguo”, “Perseguir”, e “A Lei”. “Evento Ambíguo” é a categoria “genérica” da tabela - todas as outras entradas são algo do estilo “aproxime-se de um objetivo”, “afaste-se de um objetivo”, “introduza um NPC”, e por aí vai. Um evento ambíguo é algo que não necessariamente tem a ver com os personagens de forma direta - ele não nos deixa nem mais perto nem mais longe da conclusão da história.
Após pensarmos um pouco, o que aconteceu foi o seguinte:
Lina e o Guardião continuavam andando pela floresta, ela na frente e ele atrás carregando o milho gigante. De repente, um guardinha materializa-se na frente do grupo, vestindo uma farda policial bem anacrônica, e demandando que os “invasores” parassem e se rendessem.
Guarda: Vocês estão invadindo propriedade particular!
Lina: Particular coisa nenhuma, isso aqui é a mesma floresta de sempre!
Guarda: Não! Está vendo aquela cerca de musgo e cipó ali no meio daquele aglomerado de musgos e cipós? Propriedade particular!
Como o diminuto oficial era acompanhado de um par de pracinhas ogros, Lina resolveu ser diplomática e aceitar ser levada para encontrar o proprietário da terra. O tal proprietário era um lorde eladrin com mania de Sherlock Holmes, mas daquele Sherlock Holmes doido e drogado que aparece nos livros, não do detetive sisudo da tevê.
Ele começou a nos interrogar, querendo saber quem nos havia mandado, porque estávamos armados, e assim por diante. As habilidades diplomáticas de Lina (sim, esta Lina é treinada em Diplomacia) felizmente o convenceram de que realmente éramos apenas viajantes. Como o lorde ficou encantado com o mega-milho, ele foi dado de presente para acalmá-lo, e como resultado recebemos um convite irrecusável para jantar e passar a noite na mansão.
Ao final desta cena, o fator de Caos do Mythic, que era 4 depois do encontro com os goblins, subiu de volta para 5. Não sorteamos a próxima cena porque era bem óbvio que ela seria o banquete daquela noite.
Recentemente li este post do NewbieDM.com, que especula sobre a possibilidade de uma quinta edição do D&D. Os motivos do autor são os fatos de que o Mike Mearls recentemente assumiu a direção da marca, e que em 2014 o jogo faz 40 anos redondos. A conclusão à qual ele chega é que em 2014 veremos uma edição nova, mais voltada às próprias raízes e que não depende tanto de miniaturas quanto a quarta (afinal, a Wizards cancelou a própria linha de miniaturas).
Eu não sei o quão plausível é a conclusão, mas depois de pensar nela eu decidi que não acharia ruim uma nova edição do D&D - especialmente se ela não necessitar de miniaturas.
Este domingo retomamos o D&D. Estou mestrando a campanha do Scales of War, mas por vários motivos o grupo acabou terminando a última aventura (Den of the Destroyer) no nível 8, quando a próxima aventura dizia que eles deveriam estar no nível 9. Então, acabei inserindo um “filler”, uma aventura envolvendo uma luta por poder em uma academia mágica.
Esta é outra aventura publicada da Dungeon, e ao contrário da maioria das outras é bem curtinha e relativamente fácil. A história é a de que uma criatura mágica está tentando tomar o controle da academia, e por isso está engajada em uma guerra secreta contra o reitor. A criatura se disfarçou como um instrutor, e quando os jogadores chegam para investigar o lugar (o gancho fica por conta do mestre…) ele finge ser amigável e os manda para uma sucessão de armadilhas mortais envolvendo construtos, poltergeists e monstros vegetais.
A aventura parece ter sido criard como um one-shot para personagens de nível 7, mas mesmo com personagens de nível 8 ela vai demorar três sessões para ser completada (já passamos por duas). Como toda a aventura da Dungeon, ela é uma sucessão de combates com um skill challenge lá no meio para quebrar a monotonia. O skill challenge foi muito bem descrito, mas os combates foram medianos, na minha opinião.
O gancho aqui foi uma carta da mãe da Alless, aquela fonte inesgotável de risadas e embaraços. Decidi que essa era a academia na qual a Alless havia tentado entrar antes de decidir desistir da carreira de maga, e portanto esta também era a academia na qual a mãe dela havia estudado. Como o nome do lugar era “Academia da Lótus Branca”, eu decidi dar a ela um ar meio oriental. O que me levou, muito logicamente, a decidir a aparência da criatura sobrenatural que os jogadores acabaram de desmascarar na última sessão:

Neste próximo domingo, então, eles enfrentam o Lo-Pan.
Estou devendo duas atualizações de sessão. Vai ser um relatório bem técnico, porque eu estou sem tempo e sem saco de transformar a sessão em uma obra-prima da literatura. Deve ser porque a campanha é uma série de aventuras prontas, então qualquer leitor em potencial dessa bagaça sabe exatamente o que acontece.
Nessas duas últimas sessões começamos a jogar “Den of the Destroyer”, a aventura de nível 7-9 da campanha “Scales of War”. Na primeira, que foi na semana passada, foi a primeira da Pri, a mais nova jogadora do grupo. Com ela são 7 jogadores, o que ao contrário do que eu escrevi no post anteriro eu creio ser o meu limite máximo. O Rafael, que seria o oitavo, demonstrou interesse inicial mas não pode aparecer em nenhuma sessão que aconteceu desde então, não chegando nem a fazer um personagem. Então, agora eu vou esperar ele vir aqui e demonstrar interesse novamente.
Também na semana passada eu tentei deixar o laptop de lado, para poder me movimentar melhor e quem sabe juntar ânimo para descrições mais detalhadas, mas o efeito não foi bem o que eu esperava. Parte disso ocorreu por que o grupo ficava me interrompendo com piadinhas, o que foi irritante o suficiente para que eu acabasse deixando detalhes cruciais de fora das descrições (acidentalmente, é claro), como o fato de que o prédio onde eles estavam lutanto estava pegando fogo e ia ser destruído em 3 turnos.
Nesta sessão de agora eu voltei a usar o laptop, e, com a bronca dada na semana anterior, as piadinhas acabaram e o jogo foi bem mais rápido. Foi possível rolar dois encontros e acabar antes das 8! Os encontros em questão foram a luta contra o Thorn, que aconteceu na entrada do monastério, e a luta contra a patrulha gnoll no salão de entrada.
Houve um desvio interessante do material publicado no caso do Thorn - no original, ele era apenas um elfo caçador de recompensas, um Bobba Fett medieval que tenta matar o grupo por dinheiro. No meu jogo, ele se tornou o espírito de um dos antepassados da Alless, a nossa ranger meio-elfa, que visitou o plano mortal com o intuito de testar sua descendente (e os companheiros dela). O teste ainda tomou a forma de uma luta - se eles vencessem, ele os consideraria fortes o suficiente para enfrentar os problemas que viriam. Se perdessem, bom, era óbvio que o Thorn não considerava a morte como sendo algo tão ruim assim.
Como o grupo era maior, eu dei a ele a habilidade de voar (conforme apropriado para um espírito) e um daninho extra. A luta foi mais fácil do que eu gostaria, mas eles ainda suaram um pouco.
A luta com os gnolls foi um pouco mais interessante - gnolls causam um dano animal, especialmente quando cercam um oponente, e a principal tática de combate do guerreiro era fazer todo mundo cercá-lo. A sessão acabou após essa luta, onde eles usaram uma boa porção de seus healing surges e poderes diários. Eles se recusaram terminantemente a usar os portais da sala durante a luta, o que me desapontou um pouco, mas na próxima sessão teremos a oportunidade de nos divertir com isso.
O dia de jogo foi mudado da quarta para o domingo, para acomodar as agendas de todos os jogadores. Mesmo assim, não é todo mundo que consegue vir toda sessão. É possível que eu tenha um jogador novo hoje, o segundo em duas semanas, elevando o tamanho do grupo de um confortável 6 para um paquidérmico 8.
Já planejei a sessão de hoje, de acordo com a tradicional receita de customização do D&D: uma pitada de tesouro adicional e monstros extras a gosto.
Ontem eu escrevi sobre Shadowrun. Hoje o assunto é D&D.
Comecei a mestrar D&D esse ano porque queria voltar a mestrar RPG, com um grupo novo. Não tenho absolutamente nada contra o grupo antigo, mas já faz um tempo que é impossível reunir todo mundo no mesmo dia. Recrutei na lista da Animecamp, e usei o D&D 4 tanto por gostar do sistema quando por ser mais fácil atrair gente nova com fantasia tradicional.
O grupo final acabou não sendo composto por “gente nova” no sentido de “essa é a minha primeira partida”. Todos são veteranos experientes, mas quase nenhum deles fazia parte do grupo antigo, e todos podiam aparecer aqui no mesmo bat-dia e na mesma bat-hora toda semana. Estamos jogando a campanha Scales of War, que está sendo publicada na Dungeon.
Até agora, o jogo está me fazendo um bem danado. Os jogadores são maravilhosos, os personagens são engraçados, o sistema é bom, e as histórias são interessantes.
No futuro eu entro em mais detalhes, falando sobre cada um desses tópicos e descrevendo o que aconteceu nas sessões.